Lançada segunda parte das Diretrizes do Câncer do Colo do Útero
Assessoria de Comunicação da AMM
Associação Mineira de Municípios
Neste documento são abordadas orientações para avaliar, tratar e acompanhar mulheres que tiveram resultado positivo para HPV oncogênico

A Comissão Nacional para Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) lançou a segunda parte das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero.
No material, são abordadas as orientações para avaliar, tratar e seguir mulheres que, durante o rastreamento da doença, tiveram resultado positivo no teste para identificação de HPV oncogênico.
Ambas as partes resultaram de trabalho colaborativo de especialistas de múltiplas instituições, incluindo o INCA. À parte mais recente, foram agregados experts no tratamento de patologias do trato genital inferior e colposcopia.
Diagnóstico antecipado
Desde que o exame molecular de rastreio de HPV começou a ser disponibilizado pelo SUS, 9.904 testes apresentaram resultado positivo para HPV de alto risco, associado ao risco de desenvolver câncer do colo do útero.
O exame DNA-HPV começou a ser utilizado pelo SUS no início do ano em substituição ao teste Papanicolaou. A vantagem do exame molecular é que ele é capaz de detectar a presença do vírus antes mesmo de ele evoluir para uma lesão pré-cancerígena.
Estudo do Centro de Atenção à Saúde Integral da Mulher da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) na cidade de Indaiatuba, em São Paulo, mostrou que o exame de DNA-HPV antecipou em 10 anos a detecção do câncer do colo do útero. Enquanto a média de idade de rastreamento pelo Papanicolaou é de 49,3 anos, com o teste molecular, a média foi de 39,6 anos.
Assessora técnica de Saúde da AMM, Juliana Marinho, WhatsApp (31) 2125-2400.

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