27 de setembro: Dia de conscientizar pessoas sobre a doação de órgãos
Assessoria de Comunicação da AMM
Associação Mineira de Municípios
O Brasil tem um dos maiores programas públicos de transplantes do mundo e, mesmo assim, milhares de pessoas permanecem na fila de espera por um órgão

O Dia Nacional de Doação de Órgãos, celebrado em 27 de setembro, foi instituído pela Lei nº 11.584/2007, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de órgãos e tecidos e incentivar o diálogo sobre esse gesto que pode transformar e salvar vidas.
Conforme dados do Registro Brasileiro de Transplantes, o número de transplantes em 2025 cresceu em relação ao ano anterior, mas ainda há a barreira da autorização. Entre janeiro e setembro de 2025, foram concluídos 7.397 transplantes de Órgãos Sólidos, 13.366 de Tecidos e 1.388 de medula óssea. Ainda não há os dados de 2026.
A taxa de efetivação da doação (27,4%) foi 1,5% superior à de 2024 e está 14,4% abaixo da projetada para 2025 (32%). Esse resultado está associado à mínima diminuição da taxa de não autorização familiar, de 46% para 45% em relação ao ano anterior, estando acima da taxa prevista para o ano (38%) e, também, à elevada taxa de contraindicação médica (18%), 20% superior à taxa estimada para esse ano (15%).
No País, a doação de órgãos, após a morte, depende da autorização da família. Por isso, uma das atitudes mais importantes para quem deseja ser doador é conversar com os familiares e deixar clara essa vontade.
A doação de órgãos é um ato de solidariedade e esperança. Um único doador pode beneficiar várias pessoas que aguardam por um transplante, oferecendo a elas a oportunidade de continuar vivendo e de recuperar a qualidade de vida.
O Brasil conta com um dos maiores programas públicos de transplantes do mundo, com o Sistema Único de Saúde (SUS) desempenhando papel fundamental nos procedimentos. Ainda assim, milhares de pessoas permanecem na fila de espera por um órgão.
Não é necessário registrar a decisão em documentos: o mais importante é que a família conheça e respeite o desejo manifestado em vida.
Por que falar sobre doação de órgãos
- A doação pode salvar e transformar vidas;
- Um único doador pode beneficiar várias pessoas;
- A autorização da família é fundamental para a doação após a morte;
- Conversar com familiares aumenta as chances de que a vontade do potencial doador seja respeitada.
Converse com a sua família sobre a doação de órgãos. Declare a sua vontade, informe quem você ama, e ajude a transformar esperança em novas oportunidades de vida.
Assistente técnica de Saúde da AMM, Ana Flávia Martins, WhatsApp (31) 2125-2400.

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