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O Tempo – Para superar crise, Paulo Brant quer um ‘Partido Minas Gerais’

Vice-governador eleito diz que pacto em torno da recuperação econômica é solução
O futuro vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant (Novo), disse que a solução para vencer a crise fiscal na qual o Estado se encontra é criar um pacto em torno da retomada socioeconômica, e isso envolve, necessariamente, uma visão suprapartidária da política. “Não será um governo apenas do Partido Novo, seria uma irresponsabilidade dizer isso. Quem tem que governar Minas é o ‘Partido Minas Gerais’, o ‘PMG’. O Novo tem que se abrir, ser plural”, afirmou.

Embora diga que o objetivo é formar uma equipe qualificada independentemente de partidos, Brant afastou qualquer possibilidade de manter no primeiro escalão algum nome que compõe a gestão do atual governador Fernando Pimentel (PT). “Entre o Novo e o PT, há visões de mundo muito distintas, quase antagônicas”, disse.

O futuro vice-governador avaliou que, a partir de 1º de janeiro, a nova gestão assumirá a responsabilidade de sanar os problemas de Minas sem se preocupar em culpar administrações passadas.

Alguns resultados já poderão aparecer em um curto prazo, enquanto outros “talvez demorem um pouco mais”. Brant se refere à dívida do Estado com as prefeituras, que, segundo a  (), chega a R$ 10 bilhões.

Na última semana, ele se reuniu com uma delegação de prefeitos da região do Vale do Jequitinhonha e ouviu queixas sobre as dívidas. Apesar de ser tratada como prioridade, a questão é vista com cautela pelo economista: “Não podemos fazer promessas, seria leviano dizer quando isso acontecerá”.

Expectativa. Para comandar o Estado, a chapa de Romeu Zema e Paulo Brant foi eleita com quase 7 milhões dos votos válidos – 71,8% da preferência da população. Para Brant, isso representa uma grande responsabilidade e “um ativo de credibilidade enorme” que a sociedade depositou no Partido Novo. “Isso é precioso, não podemos perder (essa chance)”, comentou.

Porém, o vice-governador eleito também considera natural que haja uma certa desconfiança da população com o Novo, que assume, pela primeira vez em sua curta história – foi fundado em 2011 -, um cargo da magnitude de um governo de Estado. Brant, no entanto, disse que enxerga os dois lados da moeda.

“Essa inexperiência é a força (do partido), porque entramos descompromissados com algumas práticas que não foram muito corretas nas gestões passadas, e a fraqueza, no sentido de ser a primeira grande experiência no Executivo”, completou o futuro vice-governador de Minas Gerais.

Gestão

“Não será um governo apenas do Partido Novo, seria uma irresponsabilidade dizer isso. Quem tem que governar Minas é o ‘Partido Minas Gerais’, o ‘PMG’. O Novo tem que se abrir, ser plural.”

“Entre o Novo e o PT, há visões de mundo muito distintas, quase antagônicas.”

“Essa inexperiência do Novo é a força (do partido), porque entramos descompromissados com algumas práticas que não foram muito corretas nas gestões passadas, e a fraqueza, no sentido de ser a primeira grande experiência no Executivo.”

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