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Ministério da Saúde publica Informe Técnico “Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19”

O dia 18 de janeiro de 2021 ficará marcado na história do Brasil como a data de início da vacinação de uma doença que, literalmente, parou o País, a Covid-19. Foram 10 meses de estudos e muita dedicação de pesquisadores e profissionais da área da saúde até, enfim, serem aprovadas, no dia 17 de janeiro, pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as duas primeiras vacinas para a população brasileira – a CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, e a Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fiocruz.

A vacinação envolve as três esferas gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS), contando com recursos da União, das Secretarias Estaduais de Saúde (SES) e das Secretarias Municipais de Saúde (SMS).

Para o êxito da campanha de vacinação, conforme aumento na disponibilidade de vacinas, estima-se o funcionamento de aproximadamente 50 mil postos de vacinação. Para auxiliar os gestores, o Ministério da Saúde produziu um informe, que apresenta as diretrizes e orientações técnicas e operacionais para a estruturação e operacionalização da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19.

Confira o Informe Técnico “Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19”. Confira o documento na íntegra aqui.

Covid-19

A covid-19 é  a  maior  pandemia  da  história  recente  da  humanidade  causada  pelo  novo coronavírus (SARS-CoV-2). Trata-se de uma infecção respiratória aguda potencialmente grave e de distribuição  global,  que  possui  elevada  transmissibilidade  entre  as  pessoas  por  meio  de  gotículas respiratórias ou contato com objetos e superfícies contaminadas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% das pessoas com covid-19 se recuperam sem precisar de tratamento hospitalar. Entretanto, uma em cada seis pessoas infectadas  pelo  SARS-CoV-2  desenvolvem  formas  graves  da  doença.  Pessoas  idosas  e/ou  com morbidades, a exemplo de pessoas com problemas cardíacos e pulmonares, diabetes ou câncer, entre outros,  têm  maior  risco de  evoluírem  para  formas  graves  da  doença.

É  sabido  que  as  medidas  não farmacológicas   para   conter   a   transmissão   do   novo   coronavírus,   que   apesar   de   terem   sido fundamentais   até   o   presente   momento   tem   elevado   custo   social   e   econômico,  tornando-se imprescindível dispor de uma vacina contra a doença.

Saiba mais sobre o assunto no Informe Técnico “Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19”.

Mais informações com a assessora do departamento de Saúde da AMM, Juliana Marinho, pelo telefone (31) 2125-2433.

Foto: Agência Brasil.