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Ministério da Saúde lança plano nacional para fortalecer residências e capacitar profissionais da saúde

Nesta quinta-feira (15), o Ministério da Saúde lançou o Plano Nacional de Fortalecimento das Residências em Saúde. A iniciativa contará com um investimento de R$ 258 milhões em ações de valorização e qualificação profissional, bem como no apoio institucional para abertura de novos programas de residência no país. Um dos principais objetivos é contribuir para a ampliação na oferta de especialistas e a fixação de profissionais em regiões com vazios assistenciais.

As ações do plano têm como público-alvo prioritário os residentes médicos e residentes multiprofissionais em área profissional da saúde. Entre as áreas atendida estão a Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional, Saúde Coletiva e Física Médica.

Além disso, a iniciativa vai beneficiar o corpo docente-assistencial, gestores de programas de residência em saúde e as instituições federais vinculadas ao Ministério da Saúde, instituições federais vinculadas ao Ministério da Educação (MEC), instituições privadas sem fins lucrativos e órgãos e instituições públicas municipais, estaduais e distritais com potencial para a criação, reativação ou reestruturação de programas de residência.

Mais investimento

Dividido em três eixos, o plano será desenvolvido em ciclos trienais. Um dos eixos se baseia nas ofertas educacionais, que contribuem com o desenvolvimento de habilidades específicas em temas relevantes para o Sistema Único de Saúde (SUS) e contará com o investimento de R$ 235 milhões. Entre as ofertas, estão cursos de gestão e pesquisa em saúde, doenças infecciosas e parasitárias, saúde mental e suporte básico de vida. Na medida em que ficarem disponíveis, os cursos serão inseridos no Sistema de Informações Gerenciais do Pró-Residências (SIGRESIDÊNCIAS).

Com investimento de R$ 18 milhões, outro aspecto do plano diz respeito à valorização do ensino assistencial, constituído por um corpo docente vinculado às instituições que formam esses profissionais. No primeiro ciclo do plano nacional, a estratégia é voltada para o fortalecimento da competência técnica, produção científica e integração entre ensino e serviço com a disponibilização de 2 mil vagas para preceptores.

Por fim, o terceiro eixo diz respeito ao apoio institucional, que consiste no suporte técnico-pedagógico às instituições para criação, reativação e reestruturação de programas de residência. Mais de R$ 5 milhões serão destinados a essa ação com o objetivo de ampliar a oferta de novas especialidades nas regiões prioritárias para o SUS.

As ações do plano têm como público-alvo residentes, corpo docente assistencial, gestores de programas de residência e instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos ofertantes de programas de residência em saúde.

Fonte: gov.br