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Ministério da Saúde lança nova campanha de doação de sangue 2020

Com tema “Seja solidário. Doe sangue. Doar é um ato de amor”, objetivo é estimular doações também durante a pandemia

Em época de pandemia, o Ministério da Saúde pede para a população não deixar de doar sangue ao lançar a campanha “Seja solidário. Doe sangue. Doar é um ato de amor”.

Somente este ano, o Ministério da Saúde transferiu 1,6 mil bolsas de sangue entre os estados brasileiros e vem monitorando os estoques em todo o País para tomar as medidas necessárias em tempo apropriado.

Referência

O Brasil é referência em doação de sangue na América Latina, Caribe, África e Europa. A experiência brasileira na área de doação de sangue é utilizada em cooperações oferecidas com Uruguai, El Salvador, Honduras, Benin, Equador, República Dominicana, Angola, Tanzânia e França.

No País, 1,6% da população doa sangue, o que representa 16 a cada mil habitantes sendo que a Organização Mundial de Saúde recomenda percentual de, pelo menos, 1% da população doadora.

Por outro lado, de acordo com dados do governo, em 2019 foram coletadas 3,271 milhões de bolsas de sangue, uma queda de 2,5% ao longo de quatro anos enquanto foi registrado aumento no número de transfusões.

Doação

A doação é 100% voluntária. Os hemocentros e unidades coletoras de sangue foram adaptados para atender neste período de pandemia. As cadeiras estão mais espaçadas e tem álcool gel em abundância. É necessário usar máscara e os profissionais também trabalham com todos os equipamentos de proteção individual.

A maior parte dos doares são homens (60%) e maiores de 29 anos (63%). Para doar é preciso ter entre 16 e 69 anos, não ter ingerido álcool nas últimas 12 horas, pesar no mínimo 50 kg e estar em boas condições de saúde.

O governo informou aos doadores novos ou regulares que os hemocentros reforçaram suas medidas de higiene e distanciamento social para conter a contaminação pelo coronavírus.

Mais informações com a assessora do departamento de Saúde da AMM, Juliana Marinho, pelo telefone (31) 2125-2433.

Fonte: Ministério da Saúde.