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Guia traz orientações para retorno seguro às aulas presenciais 

O material, com 16 páginas, está disponível no site do Ministério da Saúde, e traz, por exemplo, informações sobre etiqueta respiratória e o uso correto da máscara facial 

Com o retorno gradual de alguns colégios no País, todos devem ficar de olho nas recomendações do Ministério da Saúde para o retorno presencial às aulas. No dia 18, foi lançado um guia com orientações para a reabertura segura das escolas da rede básica. O material, com 16 páginas, está disponível no site do Ministério da Saúde, e traz, por exemplo, informações sobre etiqueta respiratória e o uso correto da máscara facial.

O guia sugere às instituições de ensino a manter os ambientes limpos e ventilados e fazer a limpeza frequente das superfícies, como maçanetas, cadeiras, mesas e corrimões. O guia também orienta que se deve manter higienizadas as mãos e punhos e que não se deve levá-las ao rosto.

Recursos

O Governo Federal repassou R$ 454,3 milhões para apoiar a retomada segura das atividades presenciais nas escolas de educação básica em todos os municípios. Esses recursos estão sendo usados, por exemplo, para aquisição de máscaras faciais, álcool 70% e material de limpeza. E lembrou que a decisão de voltar ou não às aulas presenciais é dos gestores locais.

Orientações para retorno às aulas  

  • Utilização de máscara constante por alunos, profissionais de educação e qualquer outra pessoa que eventualmente acessem a escola, além de protetores faciais pelos profissionais de educação.
  • Manter os ambientes limpos e ventilados.
  • Monitorar a temperatura dos estudantes e profissionais ao chegarem ao ambiente escolar.
  • Orientar a higienização das mãos e punho antes da entrada na sala de aula.
  • Limitar as interações em grandes grupos.
  • Manter o espaço físico de no mínimo um metro entre os estudantes dentro e fora da sala de aula.

Para cumprir as recomendações, o guia sugere às escolas, por exemplo:

  • Escalonar os horários de chegada e saída dos estudantes e o intervalo entre as turmas, limitando o contato próximo entre eles.
  • Colocar no chão, ao longo dos espaços da escola, marcações relacionadas à distância de um metro.
  • Aumentar o espaço entre as mesas/cadeiras.
  • Evitar atividades em grupo.
  • Disponibilizar álcool gel.
  • Suspender o uso de armário compartilhado. 

O retorno às aulas presenciais de estudantes com doenças crônicas – como asma, hipertensão e diabetes –, síndromes, disfunções da imunidade e cardiopatias congênitas deve ser avaliado caso a caso com os responsáveis, profissionais de saúde e educação.

Populações vulneráveis

Foi publicada nesta semana no Diário Oficial da União uma portaria que prevê a destinação de R$ 319 milhões para o cuidado de populações específicas que vivem, por exemplo, em abrigos; centros comunitários; albergues noturnos; instituições de longa permanência para idosos; unidades socioeducativas e prisionais; e acampamentos de populações ciganas e áreas de favelas.

O recurso pode ser utilizado, por exemplo, na compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para profissionais de saúde, rastreamento de contatos de casos suspeitos ou confirmados da Covid-19, como também para organizar treinamentos para atendimentos presenciais ou visitas domiciliares.

Confira o guia para retomada segura das escolas no contexto da Covid-19 AQUI.

Fonte: Ministério da Saúde.

Mais informações no departamento de Saúde da AMM, pelo telefone (31) 2125-2433; e com a assessora do departamento de Educação da AMM, Alessandra Marx, pelo telefone (31) 3916-9199.

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