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Gestão orçamentária e financeira do Fundo Municipal de Saúde é tema de curso do CQGP

Organizar as contas do Fundo Municipal de Saúde, rimando com o Orçamento, facilitando a execução dos serviços dentro dos blocos de gestão, com otimização dos recursos. Para auxiliar os servidores da área nesta tarefa, a Associação Mineira de Municípios (AMM) promoveu, por meio do Centro de Qualificação para a Gestão Pública (CQGP), nos dias 2 e 3 de fevereiro, o curso “Gestão Orçamentária & Financeira do Fundo Municipal de Saúde, no Primeiro Ano de Mandato”.

A capacitação foi ministrada pela especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde, Marileni M. N. Martins, que ressaltou a falta de pessoal capacitado. “Ao mesmo tempo em que o Brasil forma e até exporta excelentes profissionais, eles são poucos. Falta formação acadêmica em gestão de sistemas e serviços de Saúde. Falta pessoal capacitado na gestão. Sem esquecer o subfinanciamento. A maior dúvida dos participantes do curso é exatamente a aplicação dos parcos recursos, obedecendo,  é claro, as regras da saúde e orçamentárias”.

Indagada sobre como efetuar uma boa gestão, com poucos recursos, Marileni Martins foi tácita: “Gerenciando bem o que temos com o pouco dinheiro que temos. Muitas coisas podem ser feitas, remanejando recursos, mas, atenção! Remanejando recursos dentro do mesmo bloco de gestão! Outra coisa; trabalhando melhor os programas, promoção e prevenção. Em Minas temos unidades de atendimento muito pequenas e pouco resolutivas. Precisamos trabalhar melhor a regulação de serviços. O trinômio mais importante é planejamento, orçamento e gestão. Principalmente na gestão em tempos de crise, que exige novas idéias”.

Rosemira Ribeiro, secretária da Saúde em Confins, ficou satisfeita em participar do curso. “Principalmente o contato com outros profissionais de outros municípios. O curso resolveu e está resolvendo bastante. Sou enfermeira de formação, então, o que mais faço é estudar, estudar e estudar, ler muito. E assim insisto na importância da troca de experiências com municípios tão distintos, processos tão diferentes, mas com os mesmos problemas. Muitos participantes estão a par, outros se inteirando do assunto, como eu. Por isso quero conseguir outros cursos na AMM”.

Organizar as contas do Fundo Municipal de Saúde, rimando com o Orçamento, facilitando a execução dos serviços dentro dos blocos de gestão, com otimização dos recursos. Para auxiliar os servidores da área nesta tarefa, a Associação Mineira de Municípios (AMM) promoveu, por meio do Centro de Qualificação para a Gestão Pública (CQGP), nos dias 2 e 3 de fevereiro, o curso “Gestão Orçamentária & Financeira do Fundo Municipal de Saúde, no Primeiro Ano de Mandato”.

A capacitação foi ministrada pela especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde, Marileni M. N. Martins, que ressaltou a falta de pessoal capacitado. “Ao mesmo tempo em que o Brasil forma e até exporta excelentes profissionais, eles são poucos. Falta formação acadêmica em gestão de sistemas e serviços de Saúde. Falta pessoal capacitado na gestão. Sem esquecer o subfinanciamento. A maior dúvida dos participantes do curso é exatamente a aplicação dos parcos recursos, obedecendo,  é claro, as regras da saúde e orçamentárias”.

Indagada sobre como efetuar uma boa gestão, com poucos recursos, Marileni Martins foi tácita: “Gerenciando bem o que temos com o pouco dinheiro que temos. Muitas coisas podem ser feitas, remanejando recursos, mas, atenção! Remanejando recursos dentro do mesmo bloco de gestão! Outra coisa; trabalhando melhor os programas, promoção e prevenção. Em Minas temos unidades de atendimento muito pequenas e pouco resolutivas. Precisamos trabalhar melhor a regulação de serviços. O trinômio mais importante é planejamento, orçamento e gestão. Principalmente na gestão em tempos de crise, que exige novas idéias”.

Rosemira Ribeiro, secretária da Saúde em Confins, ficou satisfeita em participar do curso. “Principalmente o contato com outros profissionais de outros municípios. O curso resolveu e está resolvendo bastante. Sou enfermeira de formação, então, o que mais faço é estudar, estudar e estudar, ler muito. E assim insisto na importância da troca de experiências com municípios tão distintos, processos tão diferentes, mas com os mesmos problemas. Muitos participantes estão a par, outros se inteirando do assunto, como eu. Por isso quero conseguir outros cursos na AMM”.