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Estado de Minas Online – Ligado nas eleições

Alfinetada e risos
Bem à vontade em evento promovido pela  () na tarde de ontem, o senador Antonio Anastasia (PSDB) apresentou suas ideias aos prefeitos e não perdeu a oportunidade de alfinetar seu adversário neste segundo turno, o empresário Romeu Zema. Sobrou até para o partido de Zema. “Governar o estado não é para amadores. O problema não é o Novo, mas o novato”, afirmou, arrancando risos da plateia. Zema foi convidado para participar da sabatina com os prefeitos, mas, pouco antes do início do evento, sua assessoria informou atrasos na agenda para justificar a ausência do candidato.

CORRIDA PRESIDENCIAL
Com 57% das intenções de voto, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) segue com larga vantagem sobre Fernando Haddad (PT), que tem 43%, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT)/Instituto MDA, divulgada ontem. O cálculo leva em consideração apenas os votos válidos, ou seja, exclui os brancos, nulos e indecisos. Quando considerados os votos totais, o candidato do PSL registra 48,8% e Haddad, 36,7%. Nulos e brancos somam 11% e os indecisos são 3,5%. O MDA ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 estados nos dias 20 e 21. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Preocupação industrial
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nota ontem defendendo a manutenção do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, lembrou que a pasta é importante para elaborar, executar e coordenar as políticas públicas para o setor industrial e monitorar seus impactos. “A indústria não pode estar ligada a uma área que tem como prioridades o aumento de receitas e a redução de despesas. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento desempenham papéis específicos. Quem vai defender as políticas industriais?”, questiona a nota. De acordo com programa de governo de Jair Bolsonaro (PSL), o Ministério da Economia incorporaria as pastas da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio.

Contas removidas
O Facebook removeu ontem 68 páginas e 43 contas da rede social que, juntas, formavam a maior rede pró-Bolsonaro da internet. Segundo a empresa, os donos dessas páginas violaram as políticas de autenticidade e spam ao criar contas falsas e múltiplas contas com os mesmos nomes para administrar essa rede. O conteúdo compartilhado pelas páginas, com mais de 16 milhões de seguidores, não teve influência sobre a decisão do Facebook. Juntas, essas páginas, controladas por um grupo chamado Raposo Fernandes Associados (RFA), tinham mais engajamento na internet do que Neymar, Anitta e Madonna, por exemplo. Em 30 dias, a rede alcançou 12,6 milhões reações a postagens, comentários e compartilhamentos.

Bíblia furtada
O candidato do PT relatou ontem que uma Bíblia, de capa vermelha, que ganhou de um jovem evangélico da Assembleia de Deus, chamado Erineudo, que escreveu uma dedicatória, foi furtada do palanque durante ato de campanha em Fortaleza. “Estranhamente, essa Bíblia foi furtada de uma sacola que estava no palco e apareceu num vídeo de um deputado do PSL, que me acusou de ter jogado fora.” Visivelmente indignado, Haddad acrescentou que o celular do assessor de imprensa também foi furtado na mesma ocasião. “Que história é essa.?!”

Contra a lei
O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a União Nacional dos Estudantes (UNE) retire de seu site oficial um manifesto contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência e também um link que direciona o internauta para a página “Bolsonaro Não”, no Facebook. Entidade reagiu e chamou decisão do TSE de ‘censura’. Horbach atendeu a pedido da campanha de Bolsonaro, para quem as publicações são “ilegais e criminosas”, por caracterizarem propaganda eleitoral feita por pessoa jurídica, o que é vedado pela legislação eleitoral. O ministro determinou que as postagens intituladas “UNE, Ubes e ANPG assinam carta contra o ódio e saem em defesa da democracia” e “Motivos para não votar em Bolsonaro” sejam removidas. Os links já foram retirados. Ele, no entanto, manteve a página no Facebook por não haver prova de que o perfil é de autoria da UNE.

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