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Assembleia da AMM aprova contas de 2019 e projetos para 2020

Cerca de 80 prefeitos se reuniram na tarde desta terça-feira (4 de fevereiro) na sede da Associação Mineira de Municípios (AMM), em Belo Horizonte, para a Assembleia Geral da entidade. Na reunião, foram apresentadas e aprovadas as contas da associação, os novos projetos para 2020 e, também, as alterações do estatuto da AMM, nos moldes do documento que rege a Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Na Assembleia, foram apresentados o balanço da AMM, com destaque para a eficiência da administração da Associação ao economizar recursos. Outro destaque da pauta foi o número de afiliados, que cresceu consideravelmente nesta gestão. Atualmente, a AMM conta com 734 afiliados.

“Nós crescemos quase 80% com o número de afiliados. Com a credibilidade que temos, hoje, os municípios querem vir para a Associação. No Diário Online, teve crescimento também para 341 adesões. Quando entramos, para se ter uma ideia, as despesas com pessoal representavam a maioria das contas. Colocamos como meta ter limite de 60% e, hoje, estamos com 43%. Enxugamos, aqui, o operacional, para sobrar investimentos e ter liberdade para fazer um congresso sem ajuda do Governo. E queremos fazer um congresso cada vez melhor”, afirmou o presidente da AMM.

Julvan Lacerda apresentou aos prefeitos, também, os eventos municipalistas agendados para este semestre: a “XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais”, de 17 a 20 de março, em Recife; “O Congresso Mineiro de Municípios da AMM”, nos dias 5 e 6 de maio, em Belo Horizonte; e a “XXIII Marcha dos Prefeitos a Brasília”, de 25 a 28 de maio.

O presidente da CNM, Glademir Aroldi, participou da reunião, quando debateu com o presidente Julvan Lacerda e os prefeitos presentes pontos importantes da pauta municipalista, como o ajuste fiscal proposto pelo Governo Federal.

De acordo com Aroldi, no momento é preciso observar a reforma tributária para o Brasil. “As entidades estaduais de municípios e a CNM precisam estar muito atentas a tudo isso. Ela é importante porque o pilar é para simplificar a legislação que tem no País e dar garantia jurídica ao investir, aumentando o PIB nacional e a arrecadação para municípios, estados e União”, reforçou.