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“A distribuição das vacinas tem que ser homogênea entre os municípios. Não pode haver politicagem de chegar a alguns lugares e a outros não”, alerta o presidente da AMM em entrevista à BandNews

A campanha de vacinação se aproxima e o planejamento e a execução do plano desafiam os gestores municipais. Em entrevista à rádio BandNews BH nesta terça-feira (12), o presidente da Associação Mineira de Municípios(AMM) e 1º vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Julvan Lacerda, falou sobre como os municípios estão se preparando e sobre o apoio do governo estadual com a entrega de insumos e direcionamento.

Ele falou ainda sobre as expectativas do movimento municipalista para a reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazzuelo, que será reagendada, pois a primeira data marcada foi cancelada por motivos da presença do ministro em Manaus, capital que volta a enfrentar grave crise com a pandemia, e aberta aos presidentes das 27 entidades estaduais, com a fala de 15 presidentes, representando cada região. “Vou falar representando a região Sudeste, para levar para ele as expectativas. Ouvir ele primeiro, porque a gente escuta uma entrevista aqui, outra ali, mas muito superficial. Nós queremos aprofundar para poder evitar constrangimentos no ato da distribuição dessa vacina”, destacou Julvan.

Na entrevista, o presidente da AMM enfatizou que é necessário conhecer melhor o planejamento do governo federal. “Precisamos saber como será esse planejamento, não dá para vir uma coisa de para-quedas no dia D, na hora H, sem a gente saber o que é. Não estamos em uma guerra querendo pegar o inimigo de surpresa, nosso inimigo é comum, a Covid. Precisamos de uma conversa mais aberta, mais esclarecedora, mais transparente, pra gente caminhar juntos. É isso que queremos com a reunião.”

Julvan Lacerda foi questionado também sobre a atuação do governo estadual no processo. “O governo do Estado está fazendo um ensaio de como vai ser, pegou uma região primeiro, ali no Sul de Minas e está fazendo a distribuição, se preparando. Mas a gestão está com uma segurança na secretaria de saúde que está muito mais bem organizada, neste sentido, do que o governo federal. Já está preparada, orientando, direcionando a parte que cabe a ela, a distribuição da seringa agulhada já está fazendo. Nesta parte estamos confiantes”, disse.

Ouça a entrevista completa: