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Mercosul fará compra conjunta de medicamentos

Os países integrantes do Mercosul comprarão remédios estratégicos em uma grande compra conjunta. O acordo foi firmado em setembro e prevê também a criação de um banco de preços de medicamentos para que os países saibam os valores negociados com os outros governos, tendo assim maior poder de negociação.

O objetivo é comprar os remédios com preços mais em conta, pois os preços cobrados pelos laboratórios fabricantes chegam a variar em até cinco vezes, de acordo com a escala comprada. A primeira compra será de medicamentos para o tratamento de hepatite C e de Aids e está programada para outubro.

Como funcionará

São signatários deste acordo: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Venezuela, Chile, Equador e o Suriname. Cada um desses países definiram os medicamentos prioritários para compra.

O banco de preços do Mercosul terá a função de reunir detalhes sobre as compras de medicamentos e equipamentos feitas pelos ministérios da Saúde da América do Sul. Esse sistema terá dados como preços das últimas compras, quantitativos, fornecedores, entre outros. O banco de preços do governo brasileiro servirá de modelo para a base de dados regional.

“Esse acordo é de extrema importância, pois visa a ampliação da oferta e a economia na aquisição de medicamentos estratégicos. Assim o cidadão que precisa destes medicamentos tem a possibilidade do direito à saúde”, afirma a técnica do departamento de Saúde da Associação Mineira de Municípios (AMM), Juliana Marinho.

Com informações da CNM

Publicado em 02/10/15

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