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Encontro em Brasília reúne Presidentes de Associações de todo Brasil

O movimento municipalista brasileiro se reuniu nessa terça-feira (4) na cidade de Brasília. O objetivo do encontro foi discutir e definir a pauta da XVI Marcha a Brasília, que acontecerá nos dias 8 a 11 de julho. O evento, organizado pela Conferência Nacional de Municípios – CNM, reúne prefeitos de todas as regiões do Brasil para discutir questões que influenciam o dia-a-dia dos Municípios e são apresentadas as reivindicações do movimento municipalista.

Durante o encontro foi apresentada a programação preliminar, com a abertura no primeiro dia da V Exposição de Produtos, serviços e Tecnologias e em seguida da Assembleia Geral ordinária da CNM. No segundo dia segue com a pauta política e uma ida ao Congresso Nacional para as reuniões de bancada. Na quarta feira (10),  Acontece o lançamento de alguns projetos  e publicações da CNM e um momento com o Senado Federal para a instalação da Subcomissão de Assuntos Municipais. Na parte da tarde inicia o VII Fórum de Vereadores e o IV Fórum de Contadores e plenárias técnicas.

Para o Presidente da Associação Mineira de Municípios – AMM e Prefeito de Barbacena, Antônio Carlos Andrada “ A Marcha a Brasília é um momento de criarmos mecanismos para ter um tratamento igualitário perante a federação. As políticas públicas precisam passar por nós, prefeitos. É a oportunidade de levarmos de três a cinco propostas como emenda popular que serão apresentadas e após definidas serem adotadas pela CNM para elaboração do texto para recolhimento de assinaturas” destaca.

Participou do encontro Presidentes de Associações Estaduais e de Microrregionais de todo o Brasil. O tema da marcha deste ano será “O Desequilíbrio federativo e a crise nos municípios”, devido às dificuldades que os gestores municipais estão enfrentando na administração de suas cidades, resultado do acúmulo de responsabilidades repassadas aos municípios, sem a suficiente provisão de recursos. Ainda é preciso lembrar a queda do Fundo de Participação dos Municípios – FPM e da fragilidade e desequilíbrio das relações federativas.